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Perguntas Frequentes

Aqui neste espaço listamos algumas dúvidas comuns que chegam ao nosso consultório.
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Posso realizar a cirurgia?

Atualmente existem critérios bem definidos para pacientes com indicação para fazer a cirurgia de obesidade: Os critérios são baseados no seu peso e altura. Chama-se índice de massa corporal ou IMC. IMC = peso/altura².

Podem operar pacientes com:

  • IMC entre 35 e 39,9 com doenças associadas à obesidade como diabetes tipo 2, pressão alta, doenças cardiológicas e doenças osteoarticulares (problemas de joelhos, tornozelos, quadril ou coluna);

  • IMC acima de 39,9 em qualquer situação;

Além deste grupo de pessoas existem outros critérios?

Pacientes com IMC entre 30 e 35 podem ser candidatos à cirurgia.

Em casos especiais onde doenças cardiológicas graves, diabetes de difícil controle ou outras condições onde a obesidade é fator determinante no controle destas doenças.

Existe limite de idade?

Sim, o limite mínimo tolerado está entre 14 e 16 anos com avaliação criteriosa de um endocrinologista pediatra e indicação do mesmo acompanhado de registro em cartório da autorização dos pais.

Entre dezesseis anos e dezoito anos deve haver um consentimento assinado pelos pais do menor.

A idade cronológica máxima para a cirurgia é 65 anos, porém há pacientes que excedem esta idade e que biologicamente apresentam boa condição médica e podem ser candidatos à cirurgia. Tudo está relacionado com o risco e benefício da cirurgia.

Muitas vezes pacientes de 70 anos com problemas no joelho, quadril ou tornozelo estão clinicamente em melhores condições de serem submetidos à cirurgia comparado a pacientes de 60 anos com cardiopatias graves, diabetes de difícil controle e já avançado.

O mais importante é procurar um centro de referência que tenha experiência com pacientes bariátricos.

Devo realizar a cirurgia?

A chance de uma pessoa obesa morrer pela simples presença desta doença chamada obesidade é 10 vezes maior que uma pessoa magra. Associando esta condição (obesidade) à doenças graves como pressão alta e diabetes tipo 2 , o risco de morte se eleva ainda mais.

Existem publicações médicas demonstrando que a obesidade associada ao diabetes tipo 2 pode roubar até 15 anos na expectativa de vida de uma pessoa.

Cirurgia bariátrica x Deficiência de vitaminas e sais minerais

Um dos aspectos que devemos prestar atenção após uma cirurgia bariátrica é a deficiência de vitaminas e sais minerais, ocasionadas pelo procedimento. Essa disvitaminose acontece pela redução da absorção de vitaminas ocasionada pela mudança anatômica no estômago e intestino. Nas pacientes mulheres que têm fluxo menstrual também ocorre grande perda de ferro.
Isto faz com que seja necessária reposição contínua de vitaminas. Por isso é fundamental o acompanhamento médico e nutricional pós-cirúrgico, e a observação de possíveis sintomas relacionados aos baixos níveis de vitaminas, como pele e cabelo seco, sintomas visuais, e prurido no corpo.

Cirurgia bariátrica x Pedra na vesícula: tem ligação?

A Colelitíase, mais conhecida como Pedra na Vesícula, é uma alteração pós cirúrgica relativamente comum nos pacientes bariátricos. Ela pode ocorrer em ate 40% dos casos, e costuma aparecer após 6 meses da intervenção. Associada à perda rápida de peso, a doença é caracterizada pela formação de cálculos biliares na vesícula, um pequeno órgão conectado ao fígado e ao intestino.
O paciente com colelitíase pode sentir dor abdominal extrema (cólica abdominal), ou não sentir qualquer efeito. Por isso, é de extrema importância o acompanhamento pós cirúrgico, com exames específicos para esse diagnóstico 

Quais os riscos da cirurgia?

Toda cirurgia pode apresentar riscos, inclusive de vida.

Atualmente as publicações médicas referem um risco de morte desta operação entre 0,1 a 0,5 %. Um risco pequeno, porém presente. Em questões práticas significa que um em cada mil pacientes operados pode ter um fim trágico.

Complicações também não são comuns, mas podem ocorrer em 1 a 5% dos casos.

Uma das complicações que mais preocupam o cirurgião é a trombose venosa profunda (formação de trombo nas veias das pernas), isso pode levar a uma embolia pulmonar (êmbolo que se desprende do trombo e vai obstruir uma veia pulmonar); pneumonia (infecção no pulmão); atelectasia (quando parte do pulmão murcha e não quer se expandir); e finalmente a fístula (quando há um extravasamento do conteúdo intestinal ou do estômago por uma abertura das costuras feitas durante a cirurgia).

Sobre as fístulas pós-operatórias, atualmente um dos grandes desafios das empresas que fabricam materiais para a cirurgia de obesidade é criar um produto que evite o aparecimento de fístulas. Já existem, no exterior, produtos que podem ser usados durante a cirurgia que diminuem ainda mais os riscos do aparecimento de uma fístula, mas ainda não temos acesso a estes materiais. As causas do aparecimento das fístulas são muito variadas: vão desde uma ingestão alimentar exagerada pelo paciente nos primeiros dias de pós-operatório; até uma “rejeição” do estômago aos “grampos” utilizados na cirurgia. A incidência de uma fístula varia entre 0,5 a 1% (de 1 a 2 pacientes em cada 100 operados). Isto ocorre em serviços de cirurgia bariátrica com grande experiência. Os números estatísticos que se referem à incidência de fístulas estão em todas as publicações médicas pelo mundo. As complicações fazem parte do risco de qualquer cirurgia.

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